Diquinhas

15/07/2011

Como esse é um blog de tudo, e a dona dele é meio maluquinha, deixei os outros posts de lado (sobre unhas, pulseiras, roupinhas) e vim falar de lanchinhos .

Nossa, quem vive na rua sabe o quanto é difícil manter uma alimentação saudável. E confesso, no inverno não dá a menor vontade de comer frutas, né?

Uma vez vi uma amiga (@carolinadeassis) comendo frutas desidratadas, num pacotinho. Provei uma e gostei, mas não dei muita bola. Esses dias fui no supermercado e achei o pacotinho (o preço não é lá muito camarada), mas eu resolvi comprar mesmo assim. Minhas escolhas foram abacaxi e banana, até agora só comi o abacaxi, que é uma delícia.

As frutas são desidratadas e ficam crocantes, como se fosse biscoitinho, então não tem meleca, no máximo um farelinho. Um pacotinho tem 20 gramas, o que equivale a três fatias de abacaxi, só 75 calorias e dá pra colocar na bolsa sem medo de esmagar, derramar ou fazer sujeira. Ou seja, não tem mais desculpa para não comer frutinhas.

Aí como eu tenho mania de ler tudinho, virei a embalagem enquanto mastigava e descobri: é daqui! De uma cidadezinha chamada Morro da Fumaça, e embalada em Biguaçu, ou seja, mais catarinense impossível. Aí não tem como não lembrar de outra dica de ouro:  um suco de laranja que é uma delícia, o meu preferido, e também é catarina, só que de Braço do Norte, é o Macrovita.

Ficam então as dicas para quem quer levar uma vida um pouquinho mais saudável, ou simplesmente conhecer algo diferente.

OBS: A maioria das minhas fotos é tirada com o Iphone, então as vezes a qualidade não vai ser das melhores, ok?

Beijos, Mel.

Mudancinhas!

12/07/2011

Queridos,

o Diário de um Delírio vai passar por uma pequena reforma. Caaaalma, os textos doidos e dramáticos continuam, claro! Mas agora vem por aí dicas, coisas de mulherzinha, loucurinhas, receitas e mais melinices!

Aos poucos o layout vai mudar, o estilo vai mudar… Porque acho que o blog vai mudando de acordo com a vida das pessoas, certo?

Então pra começar as mudanças: óculos de grau, emprego novo, estilo novo, planos novos e a boa e velha Melina (nem tão velha assim, vai), que também mudou nesse período. Chega uma hora na vida que a gente cresce, e aquilo que aparentemente não conseguíamos viver sem, hoje já não geram a mesma felicidade, a mesma expectativa ou a mesma ansiedade.
E essa mudança chegou. Hoje eu sei do que eu gosto, mas sei melhor ainda do que não gosto.

Aos poucos eu vou falando aqui dessas mudanças e acompanhando o mundo. E pra começar, parte da vida de gente grande é saber se dar momentos de prazer, se presentear, e se descobrir!

Esse é um dos meus pequenos prazeres. Um belo café, uma conversa, ou uma leitura!

Esse é um dos meus pequenos prazeres. Um momento pra relaxar, ter uma boa conversa, um belo café, ou quem sabe uma leitura.

Hoje foi um post mais apresentação, amanhã eu começo de verdade.
PS: Aceito dicas de blogs, sites…  de jornalismo, de moda, de comportamento, de unhas, de qualquer coisa interessante!

Beijos, Mel.

Fobia de domingo

17/04/2011

Ah, o domingo…

Aquele dia que uma manhã de sol coloca todos os pais pra rua, com seus filhos, cachorros e periquitos. Ou que muitas pessoas resolvem colocar a corridinha em dia, a voltinha de casais, o almoção em família. Sim, é um dia ótimo, dia de preguiça, de ver o jogão da seleção na tv (mesmo que essa seleção seja o time sem camisa da várzea lá da esquina).

Mas por que razão é um dia que me enlouquece tanto? Seria eu um alienígena que não consegue suportar um domingo normalmente? Que acha que a partir daquela dormida da tarde o dia se transforma num verdadeiro trauma? Sim, eu consigo curtir o sol do domingo, ou aquela chuva na janela pra aproveitar a companhia. O problema é quando vai chegando a noite. E sim, desde pequena esse problema me assombra.

O fim da tarde parece que traz um pânico, um medo, um legítimo ataque de domingo, que claro, só aparece no domingo. E não, eu não odeio tanto as segundas a ponto de ficar enlouquecendo desse jeito.  Mas aquele Faustão fazendo o “se vira nos 30”, e a troca compulsiva de canais na televisão, em que todos estão passando coisas ruins ao mesmo tempo. O livro que eu leio parece que resolve chegar na parte interminável e insuportável da história, fazendo com que eu enjoe em três linhas. Parece que o universo conspira para um tédio interminável. E adivinha se às 21h eu vou conseguir dormir. HA HA, grande ilusão, é claro que o domingo também atrasa o sono.

Olha, as mulheres vão me entender nesse momento: imagina um domingo, que já é algo tenebroso, com uma TPM daquelas? Ah, meus queridos… É choro por ter que lavar um garfo, grito porque o namorado não te olhou na hora que você falou “amor”, é ataque de ódio mortal daquela vizinha que não pediu pro filho parar de berrar na hora que tu começou a ler um livro, ou melhor, que não parou de berrar o dia inteirinho. Por que todos resolvem sair ao mesmo tempo, pros mesmos lugares? Aquele plano de cineminha, ou voltinha tem que ser cancelado porque o mundo inteiro resolveu ir onde você gostaria.  O computador resolve dar pau, a internet não funciona, falta luz, falta água, você tem vontade de comer só o que não tem em casa (e nenhum mercado tá aberto perto da sua casa), o namorado resolvem ter crises, os amigos resolvem sair e não te ligar, os pais resolvem achar que a culpa da bagunça da casa é sua, e a própria pessoa começa a achar que o único jeito é sumir.

Agora me pergunto por que será que esse dia que aparentemente é tão normal traz um final tão drástico? Eu sinceramente não sei, só sei que o surto dessa semana nem terminou e eu já estou imaginando o da próxima.

#100factsaboutme

25/03/2011

1) Não parece, mas sou tímida.

2) Adoro trança no cabelo, usaria todos os dias.

3) Se eu pudesse só usaria vestidos.

4) Falo pelos cotovelos.

5) Penso muito mais do que deveria, penso o tempo inteirinho.

6) Normalmente não lembro dos meus sonhos.

7) Sou viciada em internet, tecnologia e as vezes sou a “nerd” da raça.

8 ) Sinto saudades da pessoa que eu era na época da faculdade. E da época da faculdade. E das festas da faculdade.

9) Não sei dançar, mas eu gosto.

10) Sou viciada em trabalho.

11) Amo ser produtora.

12) Prefiro transmissões ao vivo (estilo carnaval, programas especiais).

13) Me esforço pra fazer o melhor, independente do que seja. Deixa que eu me viro.

14) Tenho medo de altura. Tenho medo de tudo.

15) Não vivo sem óculos escuro.

16) Não gosto de dirigir e me sinto mais segura com homem dirigindo.

17) Já quis fazer direito, publicidade, fisioterapia, educação física e história.

18) Gosto de inventar minhas modas.

19) Muitas vezes me faço de louca pra passar bem.

20) Sou muito brava e estouro fácilmente.

21) Perdoo muito rápido.

22) Sou sempre agitada.

23) Tenho ataques de zumbi as vezes.

24) Dou risada muito fácil.

25) Evito chorar, praticamente não choro, mas quando eu choro… senta que lá vem um rio.

26) Tenho mania de ser drama queen.

27) Sou viciada em música.

28) Já fui modelo.

29) Já fui jogadora de volei e de handebol.

30) Adoro esportes, mas definitivamente não faço o tipo atleta.

31) Já sonhei em ser Miss.

32) Já quis ser atriz principal de videoclipe.

33) Sou muito criativa, as vezes me passo.

34) Tenho tendências depressivas.

35) Confio muito nas pessoas e normalmente me decepciono.

36) Sou muito intensa.

37) Sou extremamente teimosa.

38) Acredito em amor eterno.

39) Sou 8 ou 80.

40) Nas unhas do pé só uso esmalte claro, normalmente branco, nas da mão o normal é vermelho.

41) As vezes sou conservadora e tenho ideias antigas.

42) Tenho exatamente um metro de pernas.

43) Sou muito ciumenta, mas controlo e as vezes finjo que não ligo e to me corroendo por dentro. Isso inclui amigos, namorados e família.

44) Meus olhos não mentem.

45) Minha TPM é tão forte que assusta (eu e os outros).

46) Sou confusa e enrolada, mas quando ponho algo na cabeça, não há quem tire.

47) Não sou nada rápida para me arrumar.

48) Adoro ser o centro das atenções.

49) Descobri um vício/amor recente por sapatos.

50) É tudo meu! (Sou possessiva)

51) Não tenho noção de distancia e tamanho.

52) Acho que cresci muito rápido e perdi a coordenação, bato pernas, braços e o corpo todo, todos os dias. Meus roxos são inexplicáveis.

53) Sou apegada com as minhas coisas.

54) Adoro andar de pés descalços.

55) Normalmente bebo água em temperatura ambiente.

56) Sou neurótica com minha voz.

57) Tenho alergia a uma pá de coisas, algumas eu nem sei direito.

58) Amo cor de rosa, e sou menininha, mas louca por lutas e futebol.

59) Perco o amigo, mas nunca a piada.

60) Chocolate branco, ever.

61) Minha mãe sempre disse que eu deveria andar com a caixa nos pés e não com os sapatos, porque eu digo que tudo dói.

62) Não suporto cebola.

63) Gosto de inventar palavras e apelidos.

64) Tenho mania de lavar as mãos.

65) Tenho nojinhos.

66) Bebo devagar.

67) Na faculdade cheguei a achar que ia pro AA, hoje em dia acho que vou pro asilo.

68) Conto quantas horas vou ter pra dormir quando deito.

69) Tenho muitíssimos conhecidos, mas poucos amigos.

68) As pessoas me amam ou me odeiam.

69) Tenho facilidade de fazer amigos, mas dificuldade de começar conversas.

70) Sempre tive mais amigos homens e mesmo sendo menininha, sou a brother da raça.

71) Tenho mania de fazer caretas.

71) Resolvi beber vinho há uma semana.

72) Sou legal, mas não abusa. E não, eu não to te dando mole.

73) Sou grossa e impaciente.

74) Sou  extremamente viciada em tatuagens, tenho 4, mas gostaria de ter muitas mais.

75) Amo malhar, e já fui vigorexica.

76) Amo comer.

77) Não suporto  vinagre.

78) Sou viciada em sol.

79) Adoro presentear e fazer surpresas.

78) É muito fácil me agradar.

79) Sou sensível ao extremo e só descobri recentemente. Também sou manhosa.

80) Morro de medo de ter filhos feios.

81) Adoro responder perguntas.

82) Tenho preconceito com Assessores de Imprensa.

83) Tenho mania de abraçar o mundo.

84) Sou normalmente a mais nova entre meus amigos.

85) Tenho medo de filme de terror, na verdade gosto de comédias românticas

86) Sinto orgulho das pessoas que eu gosto e torço pelas pessoas.

87) Tenho 8 furos de brincos em duas orelhas.

88) Não tenho ideia de tudo que já fraturei do corpo.

89) Quero parar de falar palavrão, mas não consigo, falo muitos.

90) Detesto lavar louça.

91) Tenho mania de falar tudo no diminutivo.

92) Pego manias dos outros e tomo dores alheias.

93) Não sei explicar onde fica algum lugar.

94) Morro de medo de injeção e agulhas.

95) Adoro ser fotografada.

96) As vezes tenho mania de ser mulher maravilha.

97) O olho é maior que a barriga.

98) Vivo assobiando.

99) Tenho preconceito com que escreve mais no lugar de mas.

100) Chuva me deixa com um péssimo humor e com vontade de comer mc donalds.

Saudade…

29/10/2010

O português é a única língua que tem uma palavra pra definir o sentimento. SAUDADE. Afinal, como lidar com ela?

Sempre fui adepta de demonstrar meus sentimentos, mas, depois de uma tragédia de uma pessoa próxima dos meus melhores amigos, percebi a necessidade de demonstrar mais ainda. Fico pensando que jamais vou me arrepender por não falar, embora as vezes me arrependa de falar mais do que eu deveria. Fazer o que, eu tenho necessidade de demonstrar o que eu sinto na hora, e olha… eu sinto muitas coisas ao mesmo tempo, mudo de sentimento o tempo todo. Amor pode virar raiva, que pode virar arrependimento, que pode virar felicidade, que pode virar paixão, que pode virar ciume, enfim…

Só que também sou uma pessoa muito intensa. Sabe aquela coisa do “não sei gostar pela metade”, pois é, eu definitivamente não sei, e na verdade, nem quero saber. Bom, o fato dessa introdução toda, é que quero chegar na saudade. Procuro não repetir muito as palavras, mas essa é a principal do texto, portanto aparecerá muitas vezes.

Na minha cabeça existem muitos tipos de saudade. A de um amor antigo, a de um amor atual, a da família, a de amigos, a de alguém que partiu, a de algum objeto, a de alguma lembrança, e outras tantas, que eu poderia ficar dias listando. Alguns tipos de saudade machucam, como aquela de perder alguém querido.

Falando na saudade de alguém, que ainda está vivo, paro e reflito: É possível sentir saudade antecipadamente? ou é possível acumular tanta saudade a ponto de nunca conseguir curar? Mesmo matando um pouco, já vem mais uma e mais uma?

Saudade dói, e dói muito, mas sinceramente acho a saudade um item essencial. Sim, pois mostra o quanto aquela situação ou pessoa é importante pra gente, ou marcou na nossa vida. Embora eu tenha muita saudade, e muitas vezes ache isso ruim, tenho mudado de opinião e andei aprendendo com ela. Aprendi a ter paciência, aprendi a ter sentimentos puros e verdadeiros, aprendi a demonstrar e aprendi a valorizar as pessoas que estão comigo.Quem sabe ela não é tão vilã assim, certo? É só saber ver o lado positivo dela.

Tudo bem, talvez isso seja a minha visão de saudade, um sentimento que muitas vezes não é pensado, mas tá presente todos os dias. E definitivamente eu não quero esperar a saudade bater, pra dizer todos os dias que eu amo, que eu adoro e que as pessoas são importantes e especiais pra mim. Quem sabe se mais pessoas fizessem isso, as relações seriam mais intensas e menos superficiais. Mas relação já é um assunto pra outro post.


“Ê saudade, que bate no meu coração, sei que é tarde, mas não desligue, não! Preciso dizer que te amo, pra você lembrar” (Banda Eva)

Pelo direito de surtar

24/10/2010
Senti falta de escrever aqui. Não sei quanto tempo essa vontade louca vai permanecer, mas vou aproveitá-la.
Bom, quando criei o blog eu era uma escrava do TCC, hoje eu sou jornalista, trabalho como produtora/pauteira de televisão. Muita coisa na minha vida mudou. Mudanças de pensamento, de amores, de atitudes, é, acho que resolvi ver a vida de uma forma diferente. Não digo que agora nessa fase do blog vou falar diretamente da minha vida, mas de situações, pensamentos daquilo que vejo na rua e que escuto das pessoas.
Existem alguns dias na vida que tu simplesmente não consegue fingir que o mundinho é cor de rosa, e então, tu colocas aquilo tudo que estás sentindo pra fora. Existe um texto que eu adoro, (que vou colocar abaixo), que descreve essa situação, muitas mulheres conseguirão visualizar algum dia de suas vidas.
Pelo direito de surtar – Clarah Averbuck
Toda mulher tem o direito de surtar. Dar piti. Jogar umas coisas no chão e chorar.
De preferência em casa, pra não ameaçar o patrimônio público, mas às vezes também acontece na rua, fazer o quê?
É simples: as mulheres são seres cíclicos, com altos e baixos hormonais.
Tem Tensão Pré-Menstrual, Tensão Menstrual, Tensão Pós-Menstrual.
A culpa é toda dos hormônios. Não podemos controlá-los. Então, desculpe, temos o direito.
Até porque o ato de surtar pode trazer grandes benefícios quando usado com moderação e até prevenir doenças como câncer, úlcera, estresse e tédio profundo.
É por isso que as mulheres têm a vida mais longa do que os homens.
Eles (“eles” quase todos) guardam tudo, acham que surtar é coisa de mulher.
E é mesmo, mas e daí? Se ficar guardando tudo vai acabar como aquele senhor, tendo um dia de fúria.
Todo mundo deveria extravasar de tempo em tempo para evitar maiores danos.
Quem sobrevive guardando no peito aqueles dias frios em que você pisa de meia no chão molhado, ou em que o miojo cai todo na pia quando você vai tentar dar aquela escorridinha, ou em que a ex-namorada sem amor-próprio do seu amor fica ligando doze vezes consecutivas para perturbar a paz alheia, ou em que você passa horas no trânsito sem bateria no iPod, ou em que os pagamentos não entram – mas as contas sim -, ou em que ninguém te escuta, ou em que o gato faz xixi no tapete da sala pela décima vez, ou em que a internet não funciona, ou a calça não entra mais, ou em que você não acerta o delineador e borra a cara inteira, ou tudo isso reunido no mesmo dia infeliz?
O que mais pode uma dama fazer a não ser jogar tudo pra cima e chorar lágrimas incontidas de ódio até secar?
Depois passa e você se sente melhor, livre das toxinas das lágrimas e aliviada por não ter engolido todas aquelas coisas ruins, pronta para sair para a vida com os cabelos esvoaçantes, a alma leve e a pele viçosa.
Mas também não vai achar que é pra sair surtando nos outros a toda hora por qualquer coisinha; isso causaria uma reação em cadeia de surtos e sabe-se lá o que poderia acontecer.
Surte, mas surte direito. Só quando precisar.

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